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Alerta: Bacia do São Francisco já perdeu 50% da superfície d’água entre 1985 e 2020

junho 05, 2022

A Bacia do São Francisco perdeu 50% da superfície de água natural entre 1985 e 2020. Considerando as ações humanas que por exemplo trouxeram um aumento artificial de 13% da superfície de água de reservatórios, a redução foi de 4%, com as maiores perdas observadas no Alto e no Baixo São Francisco, 19% e 21% respectivamente. Os dados são parte de um estudo lançado hoje (5) pela iniciativa MapBiomas para marcar o Dia Nacional de Defesa do Rio São Francisco, a pedido do Plano Nordeste Potência – iniciativa de um conjunto de organizações brasileiras que trabalham pelo desenvolvimento verde e inclusivo da região.

Somente a ação humana pode ser insuficiente para manter o recurso na região, especialmente considerando cenários de redução de chuva previstos para os próximos anos. “A criação de reservatórios aumenta a superfície de água, no entanto temos observado uma tendência de perda de água nos principais reservatórios, além da perda de superfície de água natural significativa na bacia do Rio São Francisco, isso favorece um cenário de crise hídrica“, observou Carlos Souza Júnior, coordenador do MapBiomas Água.

O estudo mostra como quatro grandes reservatórios apresentam tendência de queda na superfície de água nos últimos 36 anos. A maior das quedas é registrada na hidrelétrica Luiz Gonzaga (antes Itaparica), entre Pernambuco e Bahia, seguida por Sobradinho, Três Marias e Xingó.

Esses números refletem o que nós podemos ver na prática. A Bacia do São Francisco sofre com o uso intenso e sem planejamento, seja dos recursos hídricos quanto do seu solo. Hoje existem populações que vivem nessa região e que já sofrem com essas variações. Precisamos implementar soluções como a recuperação das áreas degradadas o mais rápido possível, além de promover uma boa gestão dos recursos“, afirma Renato Cunha, coordenador executivo do Gambá (Grupo Ambientalista da Bahia).

Dimensão

A Bacia do São Francisco é a terceira maior do país e corresponde a cerca de 8% do território nacional. Ainda que haja grandes variações entre os anos, a tendência de queda é clara e soma-se a análises anteriores, inclusive do governo federal. Estudo feito em 2013 pela extinta Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência, por exemplo, indicava que poderia haver uma perda de até 65% da vazão até 2040, com base no registro de 2005.

Os preocupantes indicadores do MapBiomas mostram que é urgente a implantação de um profundo programa de revitalização, previsto desde o início do projeto de transposição e nunca realizado. Além das ações de reflorestamento, recomposição de áreas degradadas e obras de saneamento em centenas de municípios, é fundamental um plano de elevação e estabilização da vazão média do rio e incentivos a um modelo de economia que impulsione a regeneração da bacia hidrográfica“, propõe Sérgio Xavier, coordenador do Projeto HidroSinergia, do Centro Brasil no Clima (CBC), que está desenvolvendo o Lab de Economia Regenerativa do São Francisco nas fronteiras dos estados de Alagoas, Bahia, Sergipe e Pernambuco.

Ameaça

Outros dados do MapBiomas mostram que o uso da terra na bacia se intensificou no período. Atualmente, a cobertura de vegetação nativa nessa área é de 57%, mas chega a somente 30% no Baixo e 37% no Alto São Francisco.

Apesar de haver áreas consolidadas de agricultura e pastagem, a região hidrográfica perdeu 7 milhões de hectares de vegetação nativa nas últimas três décadas para a agropecuária, restando 36,2 milhões de hectares – desses, somente 17% estão em áreas protegidas. As pastagens ocupam 14,8 milhões de hectares e a agricultura, 3,4 milhões. A formação savânica foi a mais atingida, perdendo 4,6 milhões de hectares (14%). Além de Cerrado, outros dois biomas compõem a bacia, Mata Atlântica e Caatinga.

As regiões do Baixo e Submédio São Francisco apresentam as maiores taxas de aumento de áreas de pastagem, 50% e 85% respectivamente. No Médio São Francisco, o destaque é para o aumento de 650% da agricultura, principalmente para a expansão da soja nos últimos anos. Já na região do Alto São Francisco, a silvicultura cresceu 400%. Esse avanço das atividades agrícolas se manifesta em outros indicadores. O Médio São Francisco registrou quase 2 mil alertas de desmatamento em 2019 e 2020, totalizando aproximadamente 99 mil hectares derrubados. A mesma sub-região mostrou o maior crescimento no número de sistemas de irrigação desde 1985, 1.870%, seguido pelo Alto São Francisco, com 1.586%.


Da redação do Blog do Udenilson/ Com informações do Blog do Carlos Brito

Governador diz que Bahia tem 19 cidades com comunidades embaixo d'água

dezembro 25, 2021

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), determinou neste sábado (25) a instalação de uma base de apoio em Ilhéus para auxiliar as operações de apoio aos municípios afetados pelas chuvas que atingem o sul e sudeste do estado nos últimos dias.

Ao menos 19 cidades estão sendo atingidas e 66 continuam em estado de emergência desde que fortes chuvas começaram a atingir o sul da Bahia neste mês deixando inúmeros desabrigados e desalojados e 17 mortos.

"Temos 19 cidades com várias comunidades embaixo d'água. A base de apoio está montada em Ilhéus e já começa a receber apoio dos governos do Maranhão, Espírito Santo e Minas Gerais, além do Ministério da Cidadania. A prioridade neste momento é retirar todas as pessoas das áreas de riscos, restabelecer serviços e abrir estradas", declarou Costa.

Maia informações no link abaixo:


* VEJA OS MUNICÍPIOS EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA NA BAHIA:

  1. Alcobaça
  2. Amargosa
  3. Amélia Rodrigues
  4. Anagé
  5. Andaraí
  6. Apuarema
  7. Baixa Grande
  8. Belmonte
  9. Boa Vista do Tupim
  10. Camacan
  11. Canavieiras
  12. Caravelas
  13. Cocos
  14. Conceição do Almeida
  15. Encruzilhada
  16. Eunápolis
  17. Guaratinga
  18. Iaçu
  19. Ibicuí
  20. Ibirapuã
  21. Iguaí
  22. Ilhéus
  23. Ipiaú
  24. Itabela
  25. Itaberaba
  26. Itabuna
  27. Itacaré
  28. Itagimirim
  29. Itajuípe
  30. Itamaraju
  31. Itambé
  32. Itanhém
  33. Itapé
  34. Itapebi
  35. Itapetinga
  36. Itaquara
  37. Itarantim
  38. Jaguaquara
  39. Jequié
  40. Jiquiriçá
  41. Jucuruçu
  42. Laje
  43. Lajedão
  44. Lençóis
  45. Macarani
  46. Maragogipe
  47. Marcionílio de Souza
  48. Mascote
  49. Medeiros Neto
  50. Mucugê
  51. Mucuri
  52. Mundo Novo
  53. Mutuípe
  54. Nova Viçosa
  55. Novo Horizonte
  56. Porto Seguro
  57. Prado
  58. Ribeira do Pombal
  59. Ruy Barbosa
  60. Santa Cruz Cabrália
  61. Teixeira de Freitas
  62. Teolândia
  63. Ubaíra
  64. Uruçuca
  65. Vereda
  66. Vitória da Conquista

Itiúba e mais 270 cidades da Bahia têm água contaminada por agrotóxicos; veja lista

abril 21, 2019
Foto Reprodução: Açude Jacurici/Distrito Ego. Romulo Campos
Testes realizados pelas empresas de abastecimento de municípios brasileiros mostram que quatro cidades da Bahia consomem um perigoso coquetel com 27 agrotóxicos encontrados na água utilizada pela população. Mucugê, na Chapada Diamantina, Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), Itapetinga, Centro Sul, e São Félix do Coribe, no Oeste, estão no topo de uma lista de 271 municípios baianos (veja lista no final da matéria) em que se encontrou pelo menos um agrotóxico na água que abastece as torneiras das cidades e cidades da região como Euclides da Cunha e Itiúba estão na lista.

Obtidos em uma investigação conjunta pela ONG Repórter Brasil, da Agência Pública e da organização suíça Public Eye, os dados dizem respeito ao período entre 2014 e 2017. As informações são parte do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua) do Ministério da Saúde. O estudo detectou em 1.396 municípios no país todos os 27 pesticidas.

No caso de Mucugê, o CORREIO apurou que o número elevado de agrotóxicos na água pode ter relação direta com as plantações de batata, morango e tomate na região. Moradores, biólogos, profissionais de saúde do município e até agricultores confirmam o problema e começam a ver os reflexos na população.

(Barragem do Apertado foi usada por décadas como fonte de água para a agricultura da região de Mucugê – Foto: Arquivo CORREIO )
“Aqui tem fazendas grandes com plantações que consomem muito agrotóxico. Contamina solo, lençol freático, água para consumo residencial. A gente vê muita gente com alteração de hormônio, tireoide, muita gente hipertensa e diabética. É difícil comprovar que isso tem relação com o consumo da água, mas que se usa muito agrotóxico na região, com certeza”, disse um especialista na área de saúde de Mucugê, que preferiu não se identificar.

Biólogo e agricultor de Mucugê, Osório Neto diz que a batata, cultura número um da região, junto com as demais, compromete a qualidade da água há muito tempo. “Na realidade os três municípios vizinhos são contaminados com agrotóxicos: Mucugê, Ibicoara e Barra da Estiva. Os agrotóxicos que se usam em batata tem uma concentração maior de agrotóxicos. Isso há muito tempo tá assim. Demorou de estourar”, afirma Osório.

Por outro lado, o próprio Osório, que é agricultor, garante que usa agrotóxicos ecologicamente corretos, específicos para cada cultura. E observa que o uso desses químicos em plantações está reduzindo. “Os próprios agricultores resolveram mudar isso. As fazendas e grandes empresas deixaram de usar produtos altamente tóxicos, passaram a usar moderadamente e agora estão partindo para outro estágio, como fazer rotação de culturas e usar sementes resistentes”, observa.

Mas, admite Osório, ainda vai levar muito tempo para que o solo contaminado de Mucugê se livre dos resíduos dos agentes contaminadores. “Os agrotóxicos altamente pesados foram retirados de combate há mais de dez anos. Tinham dois inseticidas aqui que eram terríveis. Eram faixa vermelha. Depois usaram faixa amarela e agora estão usando material resistente. Acontece que os resíduos que ficaram no solo levam décadas para se dissolver”, acredita o biólogo.

A Estação de Tratamento de Água de Mucugê é de responsabilidade do município. Segundo Edna Moura, bióloga da vigilância sanitária de Mucugê, o município tem a obrigação de fazer coleta de duas amostras de água ao ano, como manda a portaria 2914/2011 – no caso de cidades com menos de 10 mil habitantes, o que não tem ocorrido.

Edna diz que a vigilância tem enviado por conta própria amostras para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), do Governo do Estado. No ano passado, porém, das quatro análises enviadas para o laboratório, Mucugê só teve acesso ao resultado de uma, que não identificou alteração.

Para Edna, é preciso refazer sempre as análises e cobrar do Lacen que divulgue os resultados. Inclusive, 15 dias atrás, novas amostras para analisar agrotóxicos foram enviadas para laboratório. “O resultado mais recente que eu tenho, que foi do ano passado, deu normal, dentro dos parâmetros. Mas, é preciso refazer essas análises”, diz Edna. “Sabemos que estamos em uma região com grandes plantações de batata, de morango e não podemos descartar contaminação. Essa temática está muito complexa e se coloca atualmente na Bahia inteira”, argumenta.

O que assusta é a possibilidade de os males trazidos pelos agrotóxicos estarem agindo de forma silenciosa nas populações, sem que se saiba a origem do problema. “Aqui em Mucugê dificilmente você vê alguém dizer que uma alergia ou qualquer outra doença é fruto do consumo de água com agrotóxico. Claro, tem gente que faz essa ligação. Mas, nunca vi ninguém dizer que vai procurar indenização de alguma empresa por conta disso, por exemplo”, diz o biólogo Osório Neto.

O farmacêutico bioquímico responsável pelo sistema de tratamento de Mucugê, Luciano Guedes, questionou a credibilidade da pesquisa e destacou que o procedimento realizado na cidade é o padrão.

“Seguimos rigorosamente todos os critérios estabelecidos. Trabalhamos diuturnamente. Testes de controle interno são feitos a cada duas horas e mensalmente a água é passada por testes, com amostras enviadas ao Lacen e ao laboratório vinculado ao município”, disse Luciano.

Para discutir o assunto, a Câmara dos Vereadores da cidade receberá nessa segunda-feira (22) uma reunião entre membros da prefeitura, vigilância sanitária e entidades do meio ambiente para discutir soluções acerca do resultado obtido pelo estudo.

“Temos que fazer análises para ter certeza que a pesquisa fala a verdade. Faremos testes padrões para avaliar isso. O nosso levantamento, no entanto, não encontrou a presença de nenhum agrotóxico”, disse o farmacêutico.

Risco na torneira
Dos 27 agrotóxicos encontrados pela pesquisa, 16 são classificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como extremamente ou altamente tóxicos e 11 estão associados ao desenvolvimento de doenças crônicas como câncer, malformação fetal, disfunções hormonais e reprodutivas. Importante ressaltar que as quatro cidades atingem o número máximo de agrotóxicos, mas há muitas outras com uma quantidade perigosa de químicos, como Macarani, também no Centro Sul, com 25 agrotóxicos, e até a própria Salvador, com 16 pesticidas.

O levantamento revela ainda quais químicos estão acima dos níveis permitidos pela legislação do país e pela regulação europeia, que proíbe 21 dos 27 pesticidas encontrados na água dos brasileiros. Mas, ainda que não ultrapassem os limites legais aqui, a preocupação é de que eles juntos atuem como um coquetel nocivo à saúde.

“Mesmo que um agrotóxico não tenha efeito sobre a saúde humana, ele pode ter quando mistura com outra substância”, explica Cassiana Montagner, que pesquisa a contaminação da água no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Os agentes químicos são avaliados isoladamente e ignoram os efeitos das misturas que ocorrem na vida real”, diz a médica e toxicologista Virginia Dapper. Ambas são fontes no trabalho feito em conjunto pela Repórter Brasil, Agência Pública e organização suíça Public Eye.

Saúde em alerta
As intoxicações por agrotóxico, em casos graves, podem até gerar coma, parada cardíaca, hemorragia ou perda da visão. Na Bahia, o problema é tratado como uma questão de saúde pública, já que está entre os oito estados do Brasil em consumo do produto.

Os defensivos agrícolas possuem diversos níveis de intoxicação, que podem variar de acordo com a quantidade do produto e tempo de exposição a ele.

O Ministério da Saúde alerta que os venenos podem entrar no corpo por meio de contato com a pele, mucosas, respiração ou ingestão. Os sintomas mais comuns logo após a exposição são mal-estar, dor de cabeça e cansaço. Nos casos mais graves, pode se identificar lesões de pele, tonturas, dificuldade respiratória, podendo ocorrer coma e morte.

Os agroquímicos também podem desenvolver problemas crônicos, que aparecem após algum tempo, como distúrbios como irritabilidade, ansiedade, alterações do sono e da atenção, depressão; dor de cabeça, cansaço, alergias de pele e respiratórias, problemas neurológicos e até alguns tipos de câncer.

O bioquímico Luciano Costa destaca que a presença dos agrotóxicos na água acima do nível permitido pelo Ministério da Saúde pode provocar diversas doenças.

“Funciona como o efeito radioativo, ele vai acumulando no organismo. Ou seja, você pode ter problemas mais graves no futuro quando consome esse tipo de material”, disse.

Ele destacou que quanto maior a quantidade ingerida e o tempo de exposição, piores são os sintomas e as consequências para a saúde.

“Não é que a pessoa de imediato vai ter câncer, mas como algumas substâncias são cancerígenas, quando há uma grande exposição, os riscos aumentam”, explicou.

A Pública – Agência de Jornalismo Investigativo – e ONG Repórter Brasil, que pesquisaram os dados de contaminação da água, são organizações especializadas em jornalismo investigativo fundadas em 2011 e 2001, respectivamente. A Pública foi o terceiro veículo de comunicação brasileiro mais premiado em 2016 e já conquistou os principais prêmios de Jornalismo do Brasil a exemplo do Tim Lopes, Petrobras e Vladmir Herzog.

Agronegócio questiona dados de contaminação

A divulgação, nessa semana, do resultado do estudo de contaminação de água por agrotóxicos pela Agência Pública, Repórter Brasil e organização Public Eye gerou questionamentos. Além das próprias empresas de tratamento de água desmentirem as informações ou falarem que elas são tendenciosas, associações do setor agrícola também foram contrárias aos dados apresentados.

A Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), por exemplo, afirmou que os dados foram publicados “de forma alarmista” com pesquisas “absolutamente desconhecidas por autoridades nacionais e internacionais”.

“A matéria trata de forma cientificamente distorcida a questão do resíduo de agroquímicos na água dos municípios brasileiros, já que apenas 0,3% das análises realizadas estão acima dos valores máximos estabelecidos pelas autoridades brasileiras. O texto importa parâmetros europeus e faz uma análise fora do contexto da realidade brasileira, um país tropical e com mais de 65% do seu território coberto por vegetação nativa”, diz a entidade em nota enviada à imprensa.

A entidade destacou que os agrotóxicos passam por aprovação da Anvisa, MAPA E Ibama e estão “entre os produtos mais regulamentados em todo o mundo” e que o processo de desenvolvimento do produto é longo, podendo chegar a 10 anos, justamente por conta da quantidade de pesquisa necessária para produzi-los.

“Cada país estabelece diferentes limites, pois eles também dependem do uso local; por isso comparar regiões globais não é a maneira mais adequada de verificar a qualidade da água. O monitoramento da qualidade da água deve levar em conta o uso e a exposição, ou seja, avaliando-se cientificamente o risco”, opinou a entidade.

Sobre o aumento de toxicidade entre mistura de agrotóxicos, a entidade afirmou que “deve-se ponderar que não se pode esperar que os defensivos com diferentes modos de ações para os organismos alvos apresentem toxicidade acumulativa”.

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), entidade que representa os fabricantes de agrotóxicos, destacou a avaliação já realizada previamente pela Anvisa, Ibama e Ministério da Agricultura.

“Garante que eles são seguros ao trabalhador, população rural e ao meio ambiente sempre que utilizados de acordo com as recomendações técnicas aprovadas e indicadas em suas embalagens”.

“O setor de defensivos agrícolas realiza iniciativas para garantir a aplicação correta de seus produtos, uma vez que alguns problemas estruturais da agricultura como a falta do hábito da leitura de rótulo e bula e analfabetismo no campo trazem um desafio adicional de cumprimento às recomendações de uso”, acrescentou o sindicato.

A Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) informou que só vai se pronunciar sobre o caso após apurar os dados e confrontá-los com outros levantamentos.

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia e a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, órgão do governo estadual, foram procuradas mas em função do feriadão não foram localizados representantes para se posicionar.

Veja a lista das cidades da Bahia que estão com a água contaminada, segundo o estudo:

ABARE
AGUA FRIA
AIQUARA
ALCOBACA
ALMADINA
AMARGOSA
AMELIA RODRIGUES
ANAGE
ANDARAI
ANGICAL
ANTAS
ANTONIO CARDOSO
ANTONIO GONCALVES
APUAREMA
ARACATU
ARACI
ARAMARI
ARATACA
ARATUIPE
AURELINO LEAL
BAIANOPOLIS
BANZAE
BARRA DO CHOCA
BARRA DO ROCHA
BARREIRAS
BELMONTE
BIRITINGA
BOA NOVA
BOA VISTA DO TUPIM
BONINAL
BONITO
BREJOES
BROTAS DE MACAUBAS
BRUMADO
CAATIBA
CABACEIRAS DO PARAGUACU
CACHOEIRA
CACULE
CAETANOS
CAETITE
CAIRU
CAMACAN
CAMACARI
CAMAMU
CAMPO FORMOSO
CANAVIEIRAS
CANDEIAS
CANDIDO SALES
CANUDOS
CAPELA DO ALTO ALEGRE
CAPIM GROSSO
CARAIBAS
CARAVELAS
CARDEAL DA SILVA
CHORROCHO
CICERO DANTAS
CIPO
COARACI
CONCEICAO DA FEIRA
CONDE
CONDEUBA
CONTENDAS DO SINCORA
COTEGIPE
CRAVOLANDIA
CRISOPOLIS
CRISTOPOLIS
DARIO MEIRA
DIAS D’AVILA
ELISIO MEDRADO
ENCRUZILHADA
ENTRE RIOS
ESPLANADA
EUCLIDES DA CUNHA
EUNAPOLIS
FATIMA
FEIRA DE SANTANA
FLORESTA AZUL
FORMOSA DO RIO PRETO
GANDU
GAVIAO
GENTIO DO OURO
GLORIA
GONGOGI
GUAJERU
GUARATINGA
IACU
IBIASSUCE
IBICOARA
IBICUI
IBIPEBA
IBIRAPITANGA
IBIRAPUA
IBIRATAIA
IBITIARA
IBITITA
IBOTIRAMA
IGRAPIUNA
IGUAI
ILHEUS
INHAMBUPE
IPIAU
IPIRA
IPUPIARA
IRAMAIA
IRAQUARA
IRARA
ITABELA
ITABERABA
ITABUNA
ITACARE
ITAETE
ITAGI
ITAGIBA
ITAGIMIRIM
ITAGUACU DA BAHIA
ITAJU DO COLONIA
ITAMARAJU
ITAMARI
ITAMBE
ITANAGRA
ITANHEM
ITAPARICA
ITAPE
ITAPEBI
ITAPETINGA
ITAPICURU
ITAPITANGA
ITARANTIM
ITIUBA
ITUACU
ITUBERA
JACARACI
JACOBINA
JAGUAQUARA
JAGUARARI
JAGUARIPE
JANDAIRA
JEREMOABO
JIQUIRICA
JITAUNA
JUCURUCU
JUSSIAPE
LAFAIETE COUTINHO
LAGOA REAL
LAJE
LAJEDAO
LAJEDINHO
LAJEDO DO TABOCAL
LAMARAO
LENCOIS
LICINIO DE ALMEIDA
LIVRAMENTO DE NOSSA SENHORA
LUIS EDUARDO MAGALHAES
MACARANI
MACAUBAS
MAETINGA
MAIQUINIQUE
MAIRI
MALHADA
MALHADA DE PEDRAS
MANOEL VITORINO
MANSIDAO
MARACAS
MARAGOGIPE
MARAU
MARCIONILIO SOUZA
MASCOTE
MATA DE SAO JOAO
MEDEIROS NETO
MIRANGABA
MIRANTE
MORPARA
MORRO DO CHAPEU
MORTUGABA
MUCUGE
MUCURI
MULUNGU DO MORRO
MUNIZ FERREIRA
MUQUEM DE SAO FRANCISCO
MURITIBA
NAZARE
NILO PECANHA
NOVA CANAA
NOVA FATIMA
NOVA IBIA
NOVA REDENCAO
NOVA SOURE
NOVA VICOSA
NOVO TRIUNFO
OLINDINA
OURICANGAS
OUROLANDIA
PALMEIRAS
PARAMIRIM
PAU BRASIL
PAULO AFONSO
PE DE SERRA
PEDRAO
PEDRO ALEXANDRE
PILAO ARCADO
PIRAI DO NORTE
PIRIPA
PIRITIBA
PLANALTINO
PLANALTO
POCOES
POJUCA
PONTO NOVO
PORTO SEGURO
POTIRAGUA
PRADO
PRESIDENTE JANIO QUADROS
PRESIDENTE TANCREDO NEVES
QUEIMADAS
QUIJINGUE
RAFAEL JAMBEIRO
RIACHAO DAS NEVES
RIACHAO DO JACUIPE
RIBEIRA DO AMPARO
RIBEIRA DO POMBAL
RIO DE CONTAS
RIO DO ANTONIO
RIO DO PIRES
RIO REAL
RUY BARBOSA
SALINAS DA MARGARIDA
SALVADOR
SANTA BRIGIDA
SANTA CRUZ CABRALIA
SANTA LUZIA
SANTA TERESINHA
SANTANA
SANTO AMARO
SANTO ANTONIO DE JESUS
SANTO ESTEVAO
SAO DESIDERIO
SAO DOMINGOS
SAO FELIPE
SAO FELIX DO CORIBE
SAO JOSE DA VITORIA
SAO JOSE DO JACUIPE
SAO MIGUEL DAS MATAS
SAO SEBASTIAO DO PASSE
SATIRO DIAS
SAUBARA
SEABRA
SENHOR DO BONFIM
SIMOES FILHO
SITIO DO QUINTO
TANHACU
TAPIRAMUTA
TEIXEIRA DE FREITAS
TEODORO SAMPAIO
TEOFILANDIA
TEOLANDIA
TERRA NOVA
TREMEDAL
TUCANO
UBAIRA
UBAITABA
UBATA
UMBURANAS
UNA
URUCUCA
UTINGA
VARZEA DA ROCA
VARZEA NOVA
VEREDA
VITORIA DA CONQUISTA
WAGNER
WENCESLAU GUIMARAES

Fonte: Alexandre Lyrio e Júlia Vigné (Correio24Horas)

PREFEITA CECÍLIA PETRINA ESTÁ REALIZANDO A LIMPEZA DE UM TERCHO DO RIO JENIPAPO, RIO QUE CORTA A CIDADE!

novembro 25, 2018
Louvável iniciativa, esse Rio que nasce na Serra de Itiúba passa pelo açude coité, corta a cidade, passa pelo Açude Jenipapo e deságua no Rio Itapicuru Mirim!

O nome desse Rio é (Rio Jenipapo) desde a sua nascente á sua foz deveria ser preservado, pois é um Rio importante para as serras em seu entorno e para a sobrevivência dos dois mananciais, ele que faz parte da bacia do Rio Itapicuru Açú!



É preciso revitalizar e recuperar, ainda dá tempo!





TESOURO POLUÍDO: COBERTURA AÉREA DO AÇUDE JENIPAPO EM ITIÚBA É DISPONIBILIZADA PARA POPULAÇÃO; CONFIRA

setembro 22, 2018

Equipe foi solicitada para realizar cobertura aérea dessa riqueza natural da nossa cidade (Itiúba-Ba). O que encontramos e conferimos lá é de dar dó.

Confira a foto em 360º :



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